terça-feira, 12 de maio de 2009

Festival da Canção 2009 - Flor-de-Lis (High Quality)

Esta é a canção que irá representar Portugal, hoje, no Eurofestival da Canção 2009, em Moscovo.
Sim!...
Eu sou um eterno adepto destas "andanças festivaleiras"...
:))))))

sexta-feira, 8 de maio de 2009

TV


Novo dia de maratona televisiva.
Assim, às 20.15 estarei, em directo, na Porto Canal, no programa "Porto Alive", com a Maria Cerqueira Gomes, na que será a minha décima setima participação, como sexólogo residente do programa.
Hoje o tema a abordar será o "O Sex Lab".
O papel da investigação académica na área das Sexualidades e todo o seu contributo para a evolução das Sexualidades e Afectos em Portugal.

Depois, à 1.00, irá para o ar, também na Porto Canal, novamente em directo, com a duração de uma hora, a 77ª emissão, do "Sexualidades, Afectos e Máscaras" com a Maria José Guedes.

O tema de hoje será a continuação da "A liberdade na relação".
Uma questão polémica...
A liberdade nas relações.
A liberdade enquanto noção da responsabilidade.
A liberdade que, sendo minha, termina quando começa a liberdade de quem está comigo em relação.
É essa a temática que vamos abordar!
Trazemos hoje um outro tema, diferente, a ser abordado com clareza, de forma informal, mas tentando trabalhar, em estilo tertuliano, com os nossos espectadores.
Porque este é o Mundo do dia a dia, a vida real.
Será um programa e um tema que recomendo vivamente.
A intenção será, uma vez mais, efectuar uma abordagem com a frontalidade obrigatória que os espectadores exigem e merecem.
A motivação é, acima de tudo, tentar dialogar sobre o tema.
Estão, assim, criadas duas janelas de oportunidade, ainda que diferentes e com um registo obrigatóriamente dispar, até porque direccionadas para públicos alvo não semelhantes.
São dois programas, duas oportunidades, com especificidades próprias para, em contexto televisivo e em directo, abordar questões, na área das Sexualidades e dos Afectos, nomeadamente a nível da intimidade e da afectividade.
Será, novamente, uma sexta-feira passada a correr mas, obviamente, com enorme prazer.
Creio que, às duas da manhã, quando abandonar as instalações da televisão, sairei cansado mas, acima de tudo, com a noção do dever cumprido e, já, ansioso pela próxima maratona televisiva...

domingo, 3 de maio de 2009

MINISTRO DA JUSTIÇA...ALBERTO COSTA


Recebi este e-mail, que é um acto de denúncia e aqui o deixo, sem mais comentários.
Fala por si...

"Explicação:


1. Sabem em que consiste a "manutenção" do site do ministério da justiça ?


Não ? Ok ! Eu esclareço: trata-se de actualizar conteúdos, um trabalho que
provavelmente muitos dos v/filhos fazem lá na escola ou em casa "com uma
perna às costas". Por falar em "costas" acham que o ministro Costa recorreu
ao otl e pediu um puto qualquer para tratar do assunto ? Não ! Trata-se de
uma tarefa altamente técnica que justifica uma remuneração de 3.254,00 euros
mais o subsídio de almoço, claro !


2. E sabem quem tem o perfil adequado a essa extremamente especializada
função ?


Não ? Ok ! Eu esclareço. Trata-se de Susana Isabel Costa Dutra. Susana
Isabel Costa Dutra, é ( por um acaso daqueles que só acontecem em Portugal)
filha do ministro Alberto Costa.


Et OUI !


Se puderem espalhem pois pode haver alguém que não tem acesso ao Diário da
República, ficando assim prejudicado de saber que "lá vamos, cantando e
rindo, levados, levados sim..." "

DIA DA MÃE


Era uma flor!
Não era uma flor igual a tantas outras flores...
Era, talvez, a mais bela e doce flor que os olhares do Mundo tinham visto.
Vistosa, alegre, colorida, ternurenta, suave ao toque, doce e meiga, como não havia nenhuma outra.
E o menino, que de tão pequenino que era, nem sequer tinha forças para se erguer ou para comer sozinho, quando abriu os olhos e a viu... sorriu!
Tinha visto a flor...
Aquela flor tão bela e doce.
Era a sua flor!
E chamou-lhe Mã...
Ficou a ser a sua Flor-Mã...
O tempo foi passando, umas horas mais lentas outras tão rápidas que nem um pestanejar conseguia acompanhá-las...
E o menino começou a crescer.
Primeiro passaram as horas, depois os dias, então os meses e por fim os anos.
E o menino foi crescendo, crescendo, crescendo, até que se tornou um Homem, pertença daquele sítio onde vivem todos os homens.
Mas este menino crescia diferente.
Este menino, tinha a seu lado a mais bela e doce flor, vistosa, alegre, colorida, ternurenta, suave ao toque, doce e meiga, como não havia nenhuma outra.
Era a sua flor...
Era a sua Mã!
Companheira, amiga, guardiã...
A sua Mã estava sempre lá e isso, só por si, inundava o menino de alegria... o prazer da companhia, da presença, a sensação doce de se sentir amado.
Até que o dia chegou...
Um daqueles dias escuros, frios e amargos, daqueles que nunca deveriam chegar aos meninos.
Esse dia teria que chegar e, nesse momento, chegou mesmo!
O dia, de claro passou a escuro.
Os pássaros, calaram-se.
As águas, pararam.
Os outros meninos, deixaram de rir.
Tinha chegado a hora...
E a flor, vistosa, alegre, colorida, ternurenta, suave ao toque, doce e meiga, como não havia nenhuma outra partiu, deixando o menino sozinho... O menino que já não era, desde há muito, menino, sentiu-se de novo um menino, bem pequenino, só que agora... triste e só!
Com uma tristeza maior do que todos os oceanos juntos!
Com uma solidão maior do que todos os desertos unidos.
E, nesse dia, o menino, sentindo-se sem a sua flor, sentindo-se sem a sua Mã, percebeu, sentindo, a maior de todas as dores...
As dores violentas da saudade.
As dores violentas da ausência.
As dores violentas da partida, sem regresso...
A dor da partida da sua Mã!
Agora o menino sabe que já não mais verá a sua Mã... Mas também sabe que ela não mais sairá do seu coração, do seu cantinho mais doce e inocente.
Sabe que a sua Mã estará sempre presente, a seu lado, a sorrir consigo, a chorar consigo, a protegê-lo...
E isso é bom, muito bom!
Mas não chega.
Queria o menino poder, uma vez mais, apenas, olhar bem dentro da sua flor, olhar bem dentro da sua Mã e dizer-lhe, no tom que só os meninos sabem usar quando falam com as suas Mãs, bem baixinho... Adoro-te, Mã!

Susan Boyle - Britain's Got Talent - Show 1

A prova de que nem sempre o "invólucro" define o "conteúdo"...

sexta-feira, 1 de maio de 2009

1º DE MAIO E MAYDAY...


Hoje comemora-se, em todo o Mundo, o 1º de Maio, dia internacionalmente consagrado ao Trabalhador.
Mas, desde 2001 que, partindo de Milão, se tem vindo a generalizar uma outra jornada mundial de contestação, designada por MayDay.
Mais do que uma parada ou uma luta, o MayDay pretende ser um movimento de "precários laborais e sociais".
Este acto de visibilidade contestatária chegou a Portugal, mais especificamente, a Lisboa, em 2007 e este ano, em 2009, estende-se, pela primeira vez ao Porto.
Tudo isto porquê?
Tanto só e apenas para tentar parar com a precariedade, realidade estranha mas que, devagar, se instalou a nível global, independentemente do país, da zona geográfica, da área laboral ou da faixa etária.
Basicamente, atinge não os "Filhos de um Deus Menor", mas os "filhos dos recibos verdes". Mas são, também, as vítimas das Empresas de Trabalho Temporário, os estágios abusivos e pagos muito abaixo do valor real, quem é afectado por toda esta realidade sufocante.
Genericamente, uma forma de iludir e captar gente para trabalhar, habitualmente a termo, sem condições sociais e, acima de tudo, com vencimentos inferiores ao normal.
Acima de tudo, uma realidade social e laboral injusta, abusiva, perigosa e, como o próprio nome indica, "precária"...
Nada melhor do que deixar a letra de uma canção que os participantes vêm trauteando, em tom provocador mas, também, de denúncia.

"Ora faz lá um
e depois faz outro.
É melhor três estágios
Que só dois é pouco...
(...)
Ai eu gosto tanto da minha empresa
Trabalho à borla
Com delicadeza...
(...)
Ai eu gosto tanto
De ser explorado
De dar o couro
E ter quarto alugado..."

TV


Hoje, dia 1 de Maio, data em que se comemora o Dia do Trabalhador, a minha participação televisiva será diferente.
Assim, só estarei no ar à 1.00, na Porto Canal, em directo, com a duração de uma hora, na 76ª emissão, do "Sexualidades, Afectos e Máscaras" com a Maria José Guedes.

O tema de hoje será "O Desejo".
O que é o Desejo?
Quais as diferenças entre o Desejo e o Amor?
Segundo o "Kama Sutra", o manual do Amor, da Índia, do século V, o vocábulo "love" é proveniente do sânscrito "lubh", que significa desejar...
Quais as manifestações do Desejo?
Quais os agentes químicos que o provocam e que traduções têm a nível corporal?
Quais os sinais semiológicos a procurar numa vítima de Desejo?
Como se inicia tudo, no Ciclo Químico do Desejo e onde tudo termina?
É essa a temática que vamos abordar!
Estas e outras vertentes serão discutidas hoje.
Trazemos hoje um outro tema, diferente, a ser abordado com clareza, de forma informal, mas tentando trabalhar, em estilo tertuliano, com os nossos espectadores.
Porque este é o Mundo do dia a dia, a vida real.
Será um programa e um tema que recomendo vivamente.
A intenção será, uma vez mais, efectuar uma abordagem com a frontalidade obrigatória que os espectadores exigem e merecem.
A motivação é, acima de tudo, tentar dialogar sobre o tema.
Estará, assim, criada uma janela de oportunidade, para, em contexto televisivo e em directo, abordar questões, na área das Sexualidades e dos Afectos, nomeadamente a nível da intimidade e da afectividade.
Será, novamente, uma sexta-feira passada a correr mas, obviamente, com enorme prazer.
Creio que, às duas da manhã, quando abandonar as instalações da televisão, sairei cansado mas, acima de tudo, com a noção do dever cumprido e, já, ansioso pela próxima maratona televisiva...