domingo, 17 de fevereiro de 2008

UM POUCO DE MIM...


O ter passado pelo blog da "Blue" Blue Velvete ter lido o post dela sobre o seu próximo aniversário, criou-me nostalgia.
Porque eu faço anos amanhã...aliás, melhor dizendo, daqui a umas horas.
Nasci a 18 de fevereiro.
47 anos e muito mas muito mesmo, caminho percorrido.
Olhando para trás vejo muito, vejo tudo, até lá ao fundo...
Uma infância triste marcada por uma complicada maneira de ser e estar na vida, traduzida por uma frase que atirei a minha mãe, a chorar, no dia em que fiz 5 anos de idade...

"Estou a ficar velho, mã!"

E penso que esta frase tem marcado toda a minha vida.
O querer fazer tudo, sempre com medo de vir a não ter tempo de o fazer!
Mas agora a reacção é tranquila...
Olhando para trás, vejo que já fiz muito, mas ainda muito me falta para fazer.
Profissionalmente, a Licenciatura em Medicina, a especialidade em Medicina Nuclear, os vinte cursos de pós-graduação, o mestrado, o doutoramento...
Um percurso de trabalho, nem sempre fácil, para não dizer quase sempre difícil.
Desde o curso de dactilografia tirado aos dez anos com vinte palavras por minuto, ao curso de salsa e merengue feito há 5 anos, não esquecendo o de esperanto há 3 anos...tem sido um caminho cheio e sempre esforçado.
Em termos de actividades profissionais, as aulas nas diversas Faculdades por onde passei, as consultas, as numerosas e variadas conferências que fiz e faço...já estão marcadas mais três conferências.
As consultas de Medicina no Trabalho, nas diversas empresas onde presto serviço, permitem-me, também adquirir uma outra noção da realidade do tecido social português.
As consultas de Sexologia que, há cerca de 12 anos foram interrompidas, por decisão própria, para repensar a situação e concluir se valeria a pena continuar tendo em conta todo o processo de sofrimento pessoal que implicavam, tendo em conta as realidades sofridas e sofredoras com que sou permanentemente confrontado. E, por fim, o regresso à Sexologia, de forma tranquila e assumida.
A crónica do jornal, o programa de rádio e agora o programa de televisão, têm sido, também, marcas profundas no meu património de experiências profissionais.
A ida para os EUA e a estadia em Georgetown, sozinho, provocou, também ela um processo de amadurecimento.
A ida para Espanha e a parte lectiva do Doutoramento constituiu um outro processo de aprendizagem e crescimento, nem sempre fácil.
Mesmo a Presidência da Mesa da Assembleia Geral do Sindicato de Professores, permite-me ter uma outra visão sobre a realidade do meio laboral em Portugal, especificamente no campo da docência.
Depois...depois, os Afectos.
A morte do meu Pai há vários anos e, muito recentemente, a da minha mãe foram processos de luto muito dolorosos, dores de extraordinária violência, que ainda hoje se fazem sentir.
Até nesse campo o crescimento foi obrigatório uma vez que sempre que vou ao cemitério, à capela da minha família, penso que, pela ordem natural das coisas, o próximo a habitar aquela capela serei eu...
E aí...
Adeus Prada, adeus Louis Vuitton, adeus tudo...
Ainda no campo afectivo um casamento de dez anos, falhado, porque nunca devia ter acontecido e dois filhos com quem mantenho uma relação não tão próxima como gostaria, por imposição da mãe e ineficácia dos Tribunais, provocou em mim, também, uma outra maneira de racionalizar os Afectos.
E esta relação actual, após quase seis anos de vida em comum, não uma relação mas A RELAÇÃO, com 23 anos de idade de diferença, aquela que bate uma vez e fica, independentemente do percurso e do sucesso eventualmente atingidos. Também esta é um processo de negociação e de crescimento, todos os dias lutado, negociado, sentido.
O adiamento, por culpa própria,mais especificamente por causa da morte da minha mãe, do lançamento do meu livro que penso que,agora sim, irá, definitiviamente para a frente, até porque gostaria que outros se seguissem, tem sido uma outra epopeia.
Olhando para trás, depois de tudo isto, relatado de forma breve, ainda que sentida e suada passo a passo, faz-me concluir que a vida tem sido muito suada para mim, muito dificultada, com tudo arrancado com dificuldade e a ferros, podendo ter sido tão mais fácil e prazerosa!
E logo eu que continuo a ter vertigens atrozes, com um medo petrificante das alturas, o que representa um outro dado de mim pouco conhecido e raramente assumido.
A enorme paixão em conduzir muito depressa...quase sempre acima dos 200km/h que também são fáceis de atingir, tendo em conta que, em média, faço cerca de 1500Km/semana.
Depois a dança...uma das enormes paixões da minha vida...adoro dançar...tudo!
Tudo não...odeio folclore.
Por último, que isto de abrir as portas cá do interior doi e custa...a revelação de um ritual celebrado, sempre, desde os 18 anos...este sim, nunca confessado publicamente e apenas do conhecimento dos meus Afectos mais directos...Dentro de aproximadamente duas horas, à passagem da meia noite, lá estarei a cumprir o ritual de sempre...O beber uma taça de champanhe, sempre no mesmo copo, um copo de cristal vermelho, já muito antigo, de invulgar beleza pela forma e pela decoração, herdado de casa de meus avós e que repito, inevitavelmente, há 29 anos.
E depois...e depois, o recordar inevitavelmente dos meus Afectos, este ano de uma forma mais dorida...é o primeiro aniversário sem a minha Mãe.
Uops...uma lágrima fugiu...significa que é altura de terminar este post que representa um mostrar, por escrito, de um pouco de mim!
O acesso a um outro lado, menos conhecido...

ASAE DE NOVO...


É a perversão total do sistema.
É, de forma descarada, assumir oficialmente que, perante a Lei,neste país, passam a existir dois pesos e duas medidas, uma divisão nítida entre portugueses...aqueles que são obrigados a cumpri-la e aqueles que, estando acima da lei, lhes é permitido não a cumprir ou, de forma mais ou menos ostensiva, aqueles que não a cumprem, pura simplesmente.
Estou a falar de quê?
Estou a falar da ASAE, especificamente.
Estou a falar daquela pseudo polícia de costumes, que sofreu treino de guerra para intervir em termos de actividades económicas.
Estou a falar daquela entidade oficial que, durante 2007, investigou 42.693 "alvos", determinou 1275 encerramentos, efectuou 487 detenções e apreendeu 46 milhões de euros em artigos.
Sim...
Leram bem!
Apreendeu 46 milhões de euros em artigos...artigos esses que eu já interroguei sobre o destino e paradeiro e, como tal, aqui não vou voltar ao tema.
Desta vez a questão é bastante mais grave, na minha perspectiva...
Com efeito, a ASAE não cumpre as medidas que a Lei obriga e que, esta polícia de costumes, tão zelosamente se esforça, arduamente, por fazer cumprir.
Pois.
É verdade.
Na sede regional da ASAE, no Porto, foram detectados diversos incumprimentos graves da lei, que vão desde...

Não sinalização do horário de funcionamento,
Não existência de sistemas de protecção contra o rebentamento de lâmpadas fluorescentes,
Não sinalização da proibição de fumar,
Não existência de extintores contra incêndios,
Não existência de sinalética acerca da sua eventual localização,
Presença de vidros partidos e com partes em risco de queda,
Existência de dispositivos de recolha de lixos, forrados com sacos de plástico, sem tampa ou sequer pedal, para recolha de copos usados e outros detritos, junto a uma máquina da café.

Dir-me-ão que as normas em falta não são das mais graves, ao abrigo da eterna bonomia portuguesa...
Não são das mais graves?

Em primeiro lugar, várias delas implicam o encerramento de um qualquer estabelecimento, sem apelo nem agravo e outras implicam o pagamento de avultada multa...Em caso de recusa ou impossibilidade de pagamento podem, inclusivé, levar à detenção do proprietário/responsável.
Em segundo lugar o não cumprimento da Lei por parte de entidades responsáveis e, especificamente neste caso, por parte da entidade que, de forma tão "zelosa" tem levado à risca de forma escrupulosa o cumprimento da mesma configura uma realidade que se torna, no mínimo, obscena.

Estaremos nós a assistir à mexicanização do nosso País?

Apetece perguntar...assim sendo, o que obriga ao cumprimento da lei por parte do português anónimo?
Porquê?
A que título?

sábado, 16 de fevereiro de 2008

OBAMAMANIA?...


Tenho vindo a acompanhar, atenta e detalhadamente, a campanha eleitoral para as eleições presidenciais norte-americanas, analisando o decurso das eleições primárias. Independentemente do resultado final, e de quais forem os candidatos que se apresentem ao acto eleitoral, pelos dois principais blocos, Democrata e Republicano, nada ficará como antes na América.
Para todos os efeitos, este constituirá um case study e ficará registado nas páginas da História Americana, como o ano da viragem...
A partir daqui, tudo será diferente.
Tudo passará ser possível.
E tudo isto porquê?
Tão só e apenas pelo facto de a estas eleições se apresentarem, com consistentes possibilidades de vitória, com reais probabilidades de sucesso e não como meros dados estatísticos, candidatos estranhos ao regime, alternativos ao sistema, em nada consentâneos com o perfil habitual dos candidatos às eleições presidenciais americanas.
Uma mulher e um afro-americano do lado Democrata.
O mais velho candidato de sempre do lado Republicano.
Assim, temos um cenário original, com os actores principais a desempenharem papeis que não os habituais, que não os formais, que não os tradicionais.
Se do lado Republicano, dos Estados Unidos Vermelhos, do Elefante, enquanto imagem iconográfica, a corrida parece pacífica para John McCain, o velho Senador de 71 anos do Arizona, que recentemente assistiu à desistência a seu favor do seu mais directo rival, Mitt Romney, mantendo-se convenientemente ainda em corrida Mike Auckabee, ex-governador do Arkansas, de 53 anos, que assegura, assim, que a corrida mantenha ainda, um aspecto convincente, do lado oposto o cenário não surge tão linear.
Do lado Democrata, dos Estados Unidos Azuis, do Burro, enquanto imagem iconográfica, as coisas não parecem estar nada pacificadas, nada facilitadas, nada previamente delineadas. O número mágico dos 2025 delegados que garante a nomeação presidencial na Convenção Nacional de Denver do Partido Democrata, em Agosto, não está definido ou conquistado para qualquer um dos lados em contenda. Arriscar um prognóstico, num momento em que nada parece estar definido ou garantido, poderá ser um mero exercício de retórica, um devaneio inconsistente e inconsequente .
Por um lado apresenta-se Hillary Clinton, de 60 anos, mulher do antigo Presidente dos EUA Bill Clinton, e actual Senadora por Nova Iorque. É a “Ice Woman”, que sobreviveu ao escândalo sexual de Bill Clinton. É a mulher que se sentiu na obrigação de conseguir deixar escapar umas lágrimas em frente às câmaras de televisão, para tentar rebater a imagem de insensibilidade, quando confrontada com os desagradáveis e inesperados resultados atingidos na votação inaugural do Iowa. Assim surge esta mulher que tenta capitalizar os 8 anos de vida passados na Casa Branca, declarando “Tentarei ser Presidente desde o primeiro dia”. Com Hillary, por momentos, fica-se na boca com o sabor amargo de uma tentativa, quiçá inglória, de ajuste de contas com o passado, de “rèvanche” da história recente americana...Para avinagrar a questão apetece perguntar se o escândalo sexual aconteceu por culpa de Hillary ou apesar dela. Sem querer avançar para uma análise do perfil psicológico da Senadora resta-me questionar sobre qual o futuro da ex Primeira Dama depois de tudo isto...
Será Hillary o início do fim do poder político masculino americano?
A ver vamos...
Por outro lado surge Barack Obama, o Senador de 46 anos do Illinois, inseparável da mulher Michelle Obama, aquele a quem já muitos chamam o JFK negro, e que não se cansa de proclamar “ O nosso tempo chegou!” Ocorre-me, agora, perguntar...Estarão criadas as condições para o nascimento de uma Obamamania? Com efeito, cada vez mais, a nível mundial, com a falta de referenciais consistentes e de lideranças responsáveis e efectivas, as populações evidenciam um deserto na ligação ao poder, tornando-se activos e passivos intervenientes na construção de ícons.
E os EUA não constituem excepção, bem pelo contrário!
Ao espírito de empreendedorismo americano já fazia falta um mito, um líder que apaixonasse multidões. Há muito que não o tinha, especificamente desde o assassinato de Kennedy e a tentativa frustrada de Reagan.
Será Obama o próximo grande líder americano?
Aparentemente parece ter reunido todas as condições para que, conseguindo sair de Denver vitorioso, avance para uma conquista triunfal da Casa Branca.
Apresenta uma figura simpática, deixando antever uma força de tenaz aveludada. Alia um agradável aspecto juvenil e “clean”, a que não falta um sorriso aberto e aparentemente franco, a um ar moderno e não é necessário negá-lo, mas antes assumi-lo com frontalidade, a uma extraordinariamente conveniente cor de pele que não é dispicienda.
Constrói e vende a imagem do afro-americano moderno e de sucesso, que conseguiu!
Esta imagem permite acreditar...
Gera Afectos...
Ressuscita Martin Luther King e a lendária “I have a dream...”
A tudo isto acresce um discurso consistente, sem demasiada condescendência, um outro ajuste de contas com o passado, exigente da conquista de uma oportunidade, mais do que tardia.
Com o slogan que nasceu e rapidamente se generalizou “Yes, we can!”, está acrescentado o ingrediente que faltava à receita milagrosa...a esperança renascida, qual fénix, de conseguir conquistar, ao fim de tanto tempo, o sonho tão almejado...
Um Presidente Negro!
E esta nova esperança ganha adeptos, cria paixões, provoca lágrimas, move multidões, faz renascer o sonho...Mas é conveniente todavia alertar que também gera ódios, por vezes muito violentos e o espírito do Ku-Klux-Klan não parece estar morto...apenas adormecido.
Ultrapassando, pelo menos para já, esta nota de rodapé, parecem estar criadas as condições para a criação de uma Obamamania.
Eu, se fosse americano, diria também...
“Yes, we can!”
Como sou português, uma vez mais, nada digo.
Até quando?
Manuel Damas in "O Primeiro de Janeiro" a 17/2/2008

DESAFIO...


A AllenGirll do De AllenGirll para MJ, lançou-me um desafio ou seja enunciar diversas doses de 7 itens em diversos temas...
Ok.
Aí vão as respostas...

7 coisas que sei fazer bem:
- Escrever
- Ouvir alguém
- Dar conselhos
- Efectuar uma conferência
- Usar sentido de humor
- Proporcionar prazer :)
- Ser Amigo

7 coisas que não sei fazer:
- Ser violento
- Ser agressivo
- Orientação geográfica
- Maltratar animais
- Decorar um espaço
- Ser desarrumado
- Ter falta de higiene

7 coisas que digo frequentemente:
- "És linda!"
- "Já te tratavas!"
- "Pastor!"
- "Credo!"
- "Não me chateies!"
- "Vai para..."
- "Que maçada..."

7 Qualidades que aprecio no sexo oposto (ou no mesmo sexo, se for o caso):
- Honestidade
- Dignidade
- Sinceridade
- Sentido de Humor
- Sensualidade
- Inteligência
- Frontalidade

7 Filmes preferidos:
- Titanic
- Moulin Rouge
- O Diabo veste Prada
- O Padrinho
- A última caminhada
- O Fantasma da Ópera
- O Piano

7 Actores/actrizes preferidos/as:
- Denzell Washington
- Al Pacino
- Robert De Niro
- Leonardo DiCaprio
- Julia Roberts
- Susan Sarandon
- Meryl Streep

7 Vítimas:
- Blue Velvet
- Não Incomodar
- Essências
- Darkluos
- Lisbo@P@risLisbo@
- Sou Eu e Nada Mais
- Happy even when it rains

Ufa...
Desafio cumprido!!!

DESAFIO


A Gi do Pequenos Nadas, fez-me um desafio terrível...
Recordar 6 músicas que tivessem sido importantes no meu passado, que me tivessem feito "agitar o capacete"...
Pois!
E agora?!
É que a Gi não sabe mas eu sempre adorei agitar o capacete, se houve coisa que eu sempre tivesse adorado fazer foi...essa também :), mas agora referia-me a dançar, especificamente.
Assim sendo, é-me extraordinariamente difícil seleccionar seis...
Mas vamos tentar...

Saturday Night Fever

Grease

Glenn Miller( e todas as músicas dele)

Valsas(todas e mais algumas) e todas as músicas de salão( Tangos, Passodobles,Rumbas, Chachacha, Swing) ...Ou não tenha eu aprendido a dançar com dois campeões nacionais de danças de salão...os meus Pais

Bob Marley e todas as músicas de Reggae

E agora...só tenho mais uma hipótese e essa vai para...vai para...Rolling Stones!

Muitas mas tantas músicas, músicos, estilos e compositores ficaram por enumerar...
Mas enfim!
Agora tenho que passar o desafio a outros seis blogs.
Assim sendo...
O desafio vai para...

Não Incomodar

Blog da Parva

De AllenGirll para MJ

Blue Velvet

Essências

CoisasdeVidas

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

"SEXUALIDADES, AFECTOS E MÁSCARAS"-21ª emissão, antes da entrada em estúdio


Já escrevi diversas vezes sobre o "Sexualidades, Afectos e Máscaras".
Já escrevi, diversas vezes também, sobre a emissão, após visualizar o DVD, comentários a que chamei "emissão comentada, após a visualização".
Nunca, até hoje, decidi relatar os momentos que antecedem a emissão.
Vamos, pois, inaugurar um novo estilo de "post".
São 21.56 e o programa, da minha parte, está totalmente preparado.
As mensagens que são obrigatórias dizer.
As "dicas" que poderei lançar,se necessário.
Inclusivé, estão equacionadas algumas vertentes para onde a Maria José se poderá dirigir ou os próprios espectadores.
A mala já está pronta, à saída, com o famoso "moleskine" que a Maria José tanto embirra e as canecas que levo sempre, com as decorações sobre música clássica.
Estão já delineados os destaques positivos e negativos, como sempre polémicos quanto baste.
A roupa já está escolhida e detalhadamente colocada em cima da cama, como se de um traje se tratasse, para participar numa peça de teatro.
Os detalhes todos escolhidos.
O jantar foi propositadamente leve, como de costume. Atum, queijo, uma coca-cola(estranhamente,mas estava a precisar de um estimulante) e café.
Obviamente muito café!
Mas outro tanto se irá seguir.
Já falámos ao telefone, eu e a Maria José, duas ou três vezes, como de costume, uma das quais analizámos as audiências que recebemos tardiamente mas que, como habitualmente, são reconfortantes.
Ainda tenho 5 minutos para acabar este "post", depois um banho, vestir-me e ir buscar a Maria José ao ponto de encontro do costume.
Depois será a viagem, já em pré-tensão.
Aliás...
O termo "pré-tensão" não é justo neste momento.
Desde que me levanto, à sexta-feira, que me encontro e movo em pré-tensão, ainda que agradável, porque adoro fazer o "Sexualidades, Afectos e Máscaras".
Por isso, neste preciso momento, já estou bem acelerado...
Daqui para a frente é sempre a subir...
Mas com prazer...
Um dia destes tenho que relatar a quantidade de maluqueiras e de piadas que fazemos desde que entramos na TV até que se ouve...
"Silêncio! Vai passar o genérico do programa!"...
E começa mais uma emissão...
Até já...

"SEXUALIDADES, AFECTOS E MÁSCARAS"-21ª emissão


Logo à noite, mais especificamente às 0.30 irá para o ar, na Porto Canal mais uma emissão, a 21ª, do "Sexualidades, Afectos e Máscaras", em directo, com repetição, em diferido, no Domingo, às 0.00.
Hoje o tema será "Diferença de idades nas relações"!
Mais um tema polémico e controverso.
A idade conta nos relacionamentos afectivos?
Será um obstáculo ou um factor propiciador?
Será o mais velho a querer parecer mais novo?
Será o mais novo a querer descobrir um porto de abrigo?
Serão, na realidade, afectos ou apenas estratégias pensadas e repensadas?
Será possível o Amor com 30-40 anos de diferença de idades?
Tudo isto e muito mais irá ser abordado logo, sem formalidades ou discursos pré-concebidos, numa postura informal e invulgar...
Uma tertúlia entre amigos, ao fim da semana, de forma informal mas pedagógica, para conversar, sem reservas, sem mitos nem estereótipos, sem convencionalismos, sobre temas fracturantes da sociedade, que se referem às Sexualidades e aos Afectos.
Apareça e colabore...
Se gostou, traga mais gente.
Quanto mais numerosas e diversificadas forem as colaborações e as opiniões, mais rico e produtivo será o debate.
Até porque este programa não escolhe idade, sexo, região ou profissão.