Um francês, desempregado, colocou um anúncio na Internet, oferecendo um rim em troca de um emprego fixo...
Leio e paro absorto.
Estupidez?
Necessidade dos seus cinco minutos de glória e fama?
Ou, bem pelo contrário, a evidência máxima de um total desespero?
Opto por esta última hipótese...
Grotesco mundo este em que vivemos.
Esta nem Orwell conseguiu inventar.
terça-feira, 19 de maio de 2009
"LOW COAST" E FLORES...
O conceito "low coast" parece ter chegado às flores.
Quando li isto, pensei de imediato em flores com algum tempo, eventualmente perto de atingirem o seu prazo de validade ou mesmo com alguma deficitária qualidade.
Afinal parece não ser o caso...
O que, contudo, levanta outras questões.
Mas vamos por fases...
Uma empresa, a "Monceau Fleurs", que está a ser um caso de sucesso e que chega, agora, a Portugal, vende flores a baixo preço (cerca de 1.90 euros), prometendo aliar o preço à qualidade...
Caso único, obviamente!
Mas apetece perguntar...
Se alia o preço à qualidade, isso significa que o preço praticado pela concorrência se encontrava muito inflacionado?...
Lucros desmedidos?
Num sentido mais lato, servirá a crise, também, para normalizar os preços dos produtos?
Enfim...
Quando li isto, pensei de imediato em flores com algum tempo, eventualmente perto de atingirem o seu prazo de validade ou mesmo com alguma deficitária qualidade.
Afinal parece não ser o caso...
O que, contudo, levanta outras questões.
Mas vamos por fases...
Uma empresa, a "Monceau Fleurs", que está a ser um caso de sucesso e que chega, agora, a Portugal, vende flores a baixo preço (cerca de 1.90 euros), prometendo aliar o preço à qualidade...
Caso único, obviamente!
Mas apetece perguntar...
Se alia o preço à qualidade, isso significa que o preço praticado pela concorrência se encontrava muito inflacionado?...
Lucros desmedidos?
Num sentido mais lato, servirá a crise, também, para normalizar os preços dos produtos?
Enfim...
domingo, 17 de maio de 2009
Norway - Points: 387 - Place: 1st
E assim terminou o Eurofestival.
Quanto a Portugal, uma vez mais, uma modesta posição...15º
sábado, 16 de maio de 2009
Portugal - Eurovision Song Contest 2009 Semi Final 1 - BBC Three
E cá vai Portugal a caminho da Final
sexta-feira, 15 de maio de 2009
ADRIANO VAZ SERRA E JOÃO MARQUES TEIXEIRA
A Homossexualidade deixou de ser considerada doença a nível mundial a partir do momento em que a APA ( Associação de Psiquiatria Americana), em 1973, a retirou da lista das perturbações psiquiátricas.
Em 1973!!!
Desde então, tem vindo a ser percorrido um trajecto científico e pedagógico no sentido da linear e justa aceitação desta orientação sexual, a nível médico, institucional e governamental, num primeiro momento pelo direito à diferença e, numa segunda fase, pelo direito à indiferença.
Escandalizam, pois, as recentes declarações do psiquiatra Adriano Vaz Serra, Presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria, e de João Marques Teixeira, Presidente do Colégio da Especialidade de Psiquiatria da Ordem dos Médicos.
Estes dois clínicos, em entrevista ao jornal "Público", a 2 de Maio, afirmam ser possível condicionar medicamente a orientação sexual e a identidade de género.


E Marques Teixeira vai mais longe quando sugere o "reenquadramento" (farmacológico?) da orientação sexual.
E estas afirmações chocam, de forma violenta, pela imprecisão científica, pela inverdade médica e, principalmente, pela dúvida que suscitam e pelos fantasmas que tentam fazer regressar à sociedade portuguesa.
Quando Marques Teixeira fala em "reenquadramento da identidade de género", apetece-me questionar se considera farmacologicamente possível "transformar" um heterossexual em homossexual? Não? Então porque sugere que o inverso é possível?
Ancestralidade boçal a vir ao de cima?
Mas continuemos...
Como Sexólogo, como Professor Universitário, como Médico, como Homem e como Pai, refuto, veementemente esta caterva de aleivosias.
Também por isso faço sempre questão de afirmar, desde há muitos anos de prática profissional, que há uma enorme diferença entre ser Médico e ser licenciado em Medicina...
Adriano Vaz Serra e João Marques Teixeira deveriam ler, conhecer e entender a História Universal...
Também esta foi uma horrenda área de experimentação supostamente médica nos campos de concentração nazis!
Em 1973!!!
Desde então, tem vindo a ser percorrido um trajecto científico e pedagógico no sentido da linear e justa aceitação desta orientação sexual, a nível médico, institucional e governamental, num primeiro momento pelo direito à diferença e, numa segunda fase, pelo direito à indiferença.
Escandalizam, pois, as recentes declarações do psiquiatra Adriano Vaz Serra, Presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria, e de João Marques Teixeira, Presidente do Colégio da Especialidade de Psiquiatria da Ordem dos Médicos.
Estes dois clínicos, em entrevista ao jornal "Público", a 2 de Maio, afirmam ser possível condicionar medicamente a orientação sexual e a identidade de género.


E Marques Teixeira vai mais longe quando sugere o "reenquadramento" (farmacológico?) da orientação sexual.
E estas afirmações chocam, de forma violenta, pela imprecisão científica, pela inverdade médica e, principalmente, pela dúvida que suscitam e pelos fantasmas que tentam fazer regressar à sociedade portuguesa.
Quando Marques Teixeira fala em "reenquadramento da identidade de género", apetece-me questionar se considera farmacologicamente possível "transformar" um heterossexual em homossexual? Não? Então porque sugere que o inverso é possível?
Ancestralidade boçal a vir ao de cima?
Mas continuemos...
Como Sexólogo, como Professor Universitário, como Médico, como Homem e como Pai, refuto, veementemente esta caterva de aleivosias.
Também por isso faço sempre questão de afirmar, desde há muitos anos de prática profissional, que há uma enorme diferença entre ser Médico e ser licenciado em Medicina...
Adriano Vaz Serra e João Marques Teixeira deveriam ler, conhecer e entender a História Universal...
Também esta foi uma horrenda área de experimentação supostamente médica nos campos de concentração nazis!
IGNORÂNCIA...

"Como isto vai, aulas de Educação Sexual, preservativos grátis, computadores com Internet grátis para poderem ver pornografia, daqui a pouco é só cenas de sexo em qualquer canto da escola..."
Acabo de ler este excerto num jornal diário, numa daquelas rubricas de cartas do leitor.
E faço um esgar, qual esboço de um sorriso desiludido...
Afinal, continuamos na mesma por este País fora, apesar dos laivos de modernidade, qual verniz de fraca qualidade e de frágil camada!
Continuamos mesquinhos, pobres de espírito, pequenos nas ânsias e nos saberes, mas grandes nas invejas e nos ódios.
Quando se convencerá este povo, de que as aulas de Educação Sexual, baseadas no binómio informação/formação, não servirão para destapar a "Caixa de Pandora"?
Pelo contrário, todos os estudos, científicos credíveis, realizados recentemente, revelam que quanto maior for o índice de informação/formação na área das Sexualidades que os jovens tenham, mais consciente e tardio é o seu início, em termos de actividade sexual, assim como aumenta o coeficiente de prevenção de comportamentos de risco?!
Enfim!!!!
TV

Novo dia de maratona televisiva.
Assim, às 20.15 estarei, em directo, na Porto Canal, no programa "Porto Alive", com a Maria Cerqueira Gomes, na que será a minha décima oitava participação, como sexólogo residente do programa.
Hoje o tema a abordar será o "A disponibilização gratuita de preservativos nas Escolas".
Eu continuo a defender o importante papel da prevenção nas Escolas, na área das Sexualidades. Com a gravidez na adolescência à cabeça, mas não esquecendo as Doenças Sexualmente Transmissiveis e a SIDA.
Assim sendo, não me repugna, bem pelo contrário, que nas Escolas sejam disponibilizados preservativos, obviamente de forma gratuita.
Depois, à 1.00, irá para o ar, também na Porto Canal, novamente em directo, com a duração de uma hora, a 78ª emissão, do "Sexualidades, Afectos e Máscaras" com a Maria José Guedes.

O tema de hoje será a continuação da "A liberdade na relação".
Uma questão polémica...
A liberdade nas relações.
A liberdade enquanto noção da responsabilidade.
A liberdade que, sendo minha, termina quando começa a liberdade de quem está comigo em relação.
É essa a temática que vamos abordar!
Trazemos hoje um outro tema, diferente, a ser abordado com clareza, de forma informal, mas tentando trabalhar, em estilo tertuliano, com os nossos espectadores.
Porque este é o Mundo do dia a dia, a vida real.
Será um programa e um tema que recomendo vivamente.
A intenção será, uma vez mais, efectuar uma abordagem com a frontalidade obrigatória que os espectadores exigem e merecem.
A motivação é, acima de tudo, tentar dialogar sobre o tema.
Estão, assim, criadas duas janelas de oportunidade, ainda que diferentes e com um registo obrigatóriamente dispar, até porque direccionadas para públicos alvo não semelhantes.
São dois programas, duas oportunidades, com especificidades próprias para, em contexto televisivo e em directo, abordar questões, na área das Sexualidades e dos Afectos, nomeadamente a nível da intimidade e da afectividade.
Será, novamente, uma sexta-feira passada a correr mas, obviamente, com enorme prazer.
Creio que, às duas da manhã, quando abandonar as instalações da televisão, sairei cansado mas, acima de tudo, com a noção do dever cumprido e, já, ansioso pela próxima maratona televisiva...
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