quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

MULHERES AO PODER?...



Ségolène Royal, Hillary Clinton e Cristina Fernández são fortes candidatas às Presidências da França, dos Estados Unidos da América e da Argentina, respectivamente.
Acresce o facto de, presentemente no poder, estarem já:

Angela Merkel, Chanceler da Alemanha
Tarja Halonen, Presidente da Finlândia
Michelle Bachelet, Presidente do Chile
Ellen Johnson-Sirleaf, Presidente da Libéria
Wu Yi, Vice-Presidente da China
Condoleezza Rice, Secretária de Estado da mais importante e forte pasta do Governo Americano
e Nancy Pelosi, Presidente da Câmara dos Representantes, nos EUA


Reconheçamos que, no passado, foram casos isolados, os de Golda Meir em Israel, Indira Ghandi na Índia ou Margaret Tatcher na Inglaterra.

Significará isto que estamos a assistir a uma reforma de mentalidades, a nível mundial?
É que, em Portugal, andamos há 25 anos a tentar resolver se a mulher tem o direito a decidir acerca de uma eventual Interrupção Voluntária da Gravidez!
Dá, no mínimo, para pensar...

6 comentários:

Cristina disse...

Está na hora de as Mulheres se deixarem de comodismos.

Não é só falar! Mãos à obra!

Dia 11 de Fevereiro, a decisão é nossa. Vamos mostrar ao país que sabemos decidir, que estamos alerta!!!

Manuel Damas disse...

Pois!
Era bom que as Mulheres se lembrassem disso!
Dia 11/2 é sobre e para as Mulheres...e o seu direito a serem ouvidas, com dignidade.

Mize disse...

Não concordo que seja este referendo que dá a igualdade de direitos às mulheres. É uma questão de consciência de cada um.
A capacidade das mulheres não pode ficar reduzida a um resultado de um sufrágio. E se a abstenção vencer? Como ficam as mulhesres?

Manuel Damas disse...

É muito possível que a abstenção seja um forte candidato à vitória e, assim, nada muda...fica tudo na mesma!
Basta que a Igreja perceba, de forma consistente, que está em queda.
Aí a estratégia passa por desmobilizar...que não é o que acontece neste momento!
Hoje, a Igreja anda em desvario total...ou, pelo menos, a parte demenciada dos seus membros...que não o Povo!

Mize disse...

De que tem tanto medo a Igreja? De perder o poder?
É o mistério da actualidade.

Manuel Damas disse...

Eu acho que a Igreja sabe e sente que está, progressivamente, a perder poder.
Mas como é uma estrutura pesada, fechada, envolta sobre si própria, não tem vontade ou não tem força para mudar.
Nostradamus previa que a Igreja Católica passaria por uma terrivel crise que poderia levar ao seu fim, com o assassínio de um seu Papa. E isso era nesta nossa época, dita de modernidade...